Archive for the ‘787’ Category

Aéreas esperam compensação por atraso do 787

10/04/2008

A Qantas e a Air New Zealand, maiores empresas aéreas da Autrália e da Nova Zelândia, respectivamente, tomarão medidas para obter compensações após o anúncio da Boeing, que atrasará em dois anos o fornecimento do jato 787-9 Dreamliner.
A Air New Zealand, que aguardava 8 aeronaves até 2013 – com primeira entrega para 2010 -, receberá a primeira unidade, com o atraso, somente no começo de 2012. O diretor financeiro da companhia, declarou que não haverá queda na capacidade da empresa, mas demonstrou preocupação quanto à realização de novos investimentos.
A Qantas, por sua vez, anunciou que os prejuízos sofridos com os atrasos podem ser usados na negociação de valores de novos leasings para outras aeronaves.
A aérea australiana também declarou que antecipou-se aos atrasos e já tomou medidas para impedir reduções na capacidade de fornecimento de serviços. “Estamos, porém, muito desapontados com a Boeing, que novamente atrasou o cronograma de entregas”, afirmou o executivo-chefe da Qantas.

Fonte: I.News

Boeing deve anunciar um novo atraso no programa 787

09/04/2008

Especialistas do setor de aviação acreditam que a Boeing vai anunciar um novo atraso em seu programa 787 Dreamliner amanhã, quando a companhia vai dar informações atualizadas sobre o avião. O 787 ainda precisa fazer seu primeiro vôo de teste, depois de dois atrasos anteriores. O Dreamliner deve gastar 20% menos combustível que outros jatos, mas deficiência na supervisão e a falta de algumas peças resultaram em um atraso que já dura nove meses. A companhia com sede em Chicago terá de compensar os fornecedores e os clientes pelas entregas atrasadas.

Fonte: O Estado de São Paulo

Boeing deve atrasar entrega do 787

20/03/2008

A entrega do 787, o novo avião do construtor americano Boeing, pode atrasar por mais seis meses,disse Steven Udvar-Hazy, presidente e diretor executivo da companhia aeronáutica ILFC, primeiro cliente deste grande aparelho.
O calendário de lançamento do 787 “não é feliz”, disse Hazy em entrevista coletiva organizada pelo JPMorgan Chase.
A montagem do primeiro exemplar do modelo Dreamliner, prevista para o final de março, será impossível antes de junho, e o vôo inaugural só deve ocorrer no outono (do hemisfério norte), e não em junho, como prevê a Boeing.
Hazy estimou que pode se passar ainda mais um ano até que o avião seja certificado pelas autoridades, com as primeiras entregas ocorrendo apenas no terceiro trimestre de 2009, e não no primeiro trimestre, como prometia a Boeing.
O atraso é provocado por modificações na estrutura da fuselagem do aparelho, que apresenta problemas no ponto de sustentação das asas.
O primeiro vôo do Dreamliner estava previsto inicialmente para agosto de 2007, com as primeiras entregas em maio de 2008.
O Dreamliner 787, um birreator particularmente econômico, já é um grande sucesso comercial, com mais de 800 exemplares vendidos desde seu lançamento, em 2004.
Considerado o mais moderno avião comercial de passageiros do mundo, o 787 foi apresentado à imprensa em julho de 2007. No dia de seu lançamento, ele já tinha 670 unidades encomendadas por 48 companhias aéreas internacionais.
Com capacidade para transportar de 200 a 350 passageiros, dependendo do modelo e da configuração, o 787 é o primeiro avião comercial a ser fabricado primariamente com material composto e fibra de carbono.
Planejado para ser um avião de longo alcance, o 787 foi criado para fazer vôos sem escalas entre cidades muito distantes, com alcance entre 6,5 mil e 15 mil quilômetros.
O 787 é produzido com 50% de materiais compostos, 20% de alumínio, 15% de titânio, 10% de aço e 5 % de outros materiais.
Seu custo por milha é 10% inferior ao de aviões do mesmo porte e graças à sua estrutura de materiais compostos, ele pesa apenas 13.000 toneladas, contra 18.000 do A330, que é considerado um dos melhores birreatores do mundo.
O 787 é 60% mais silencioso que qualquer outro jato e enquanto um Boeing 767 faz uma revisão completa a cada seis anos, o novo avião é revisado a cada doze anos.

Fonte: http://www.aeronautas.org.br