Archive for the ‘Crise Aérea’ Category

Empresas aéreas dos EUA adotam novas cobranças

13/06/2008


Três das maiores companhias aéreas dos Estados Unidos anunciaram novas medidas para diminuir custos, provocados especialmente pelo aumento nos preços do combustível. Entre as decisões estão a cobrança pelo check in de bagagem e por bebidas não-alcoólicas, a demissão de funcionários e o cancelamento de vôos.
A United Airlines, a segunda maior empresa aérea norte-americana, disse que passará a cobrar US$ 15 pelo check in da primeira bagagem em vôos domésticos, medida que já tinha sido anunciada no mês passado pela rival American Airlines, a maior empresa aérea do país.
Poucas horas após o anúncio da United, foi a vez de a US Airways afirmar que passará a cobrar pelo check in da primeira mala despachada, em um programa mais amplo, que envolve vôos domésticos e com destino ou saída do Canadá, da América Latina e do Caribe.
Além disso, a companhia disse que irá demitir 1.700 funcionários e devolver dez aeronaves. Segundo a US Airways, o preço do combustível aumentou mais de 90% nos últimos 12 meses e os gastos com o produto representam 39% do total -eram 14% em 2000. Ela estima que irá gastar US$ 1,9 bilhão a mais neste com combustível do que no ano passado.
Outra medida adotada pela US Airways é a cobrança pelo consumo de bebidas não-alcoólicas. Refrigerantes, sucos, água mineral e café serão vendidos a US$ 2, e o preço das bebidas alcóolicas aumentará de US$ 5 para US$ 7.
Já a Continental anunciou que deixará de voar para 15 cidades (6 delas no exterior) e diminuirá a freqüência dos vôos em 40 aeroportos. A empresa já tinha afirmado na semana passada que demitirá 3.000 trabalhadores e “aposentará” 67 aeronaves.
A United disse no início do mês que pretende cortar 1.100 funcionários. No final do mês passado, a United, a American e a Delta Airlines anunciaram aumento nos preços das passagens nos Estados Unidos.
As companhias de aviação podem perder mais de US$ 6,1 bilhões neste ano devido aos altos preços do petróleo, segundo a Iata (associação mundial que reúne as empresas aéreas).
Pelos cálculos dela, cada aumento de US$ 1 no preço do petróleo eleva em US$ 1,6 bilhão os custos das empresas.

Fonte: Folha

Silverjet suspende suas operações

31/05/2008

Milhares de clientes da Silverjet ficaram presos ou perderam dinheiro depois que a companhia aérea admitiu nesta sexta-feira, 30/05/08, que não tem mais dinheiro para continuar voando e suspendeu suas operações.
A empresa, que começou a operar no ano passado, é a última vítima dos crescentes preços dos combustíveis para aeronaves. “Foi com profundo pesar que a diretoria da Silverjet decidiu que deve suspender suas operações imediatamente”, afirmou em comunicado.
O último vôo decolou nesta sexta às 7h30 de Luton, com destino a Dubai, enquanto a Agência de Aviação Civil (CAA na sigla em inglês) estimou que 7 mil clientes britânicos e 2.500 de outros países foram afetados pelo colapso da aérea.
De acordo com o órgão regulador do setor, o esquema de proteção da licença da companhia não cobre prejuízos de passageiros que agendaram vôos apenas com a Silverjet.
A CAA está aconselhando os consumidores britânicos precisam voar de volta para Londres de Nova York ou Dubai que façam acordos alternativos com outras companhias aéreas. O órgão afirmou que reservaram as passagens com cartão de crédito podem conseguir receber o dinheiro de volta das companhias de cartão ou de seus agentes de viagem.
Aqueles que pagaram com cartão de débito devem entrar em contato com a empresa do cartão para aconselhamento, ou checar quaisquer políticas de seguro de viagem sobre coberturas para casos como este.
Os passageiros da Silverjet que chegaram ao aeroporto de Luton nesta sexta afirmaram que a companhia aérea não fez nenhuma tentativa de contactá-los.
As portas da sala de embarque da aérea ficaram trancadas durante toda a manhã com apenas um aviso informando a situação aos passageiros. Os 350 funcionários da Silverjet também estavam no escuro sobre seu futuro.

Fonte: Estadão

Mais uma encerra as operações

28/04/2008

O petróleo a 120 dólares o barril faz mais uma vítima: a EOS Airlines entrou para o regime de concordata preventiva e suspendeu suas operações.
A companhia tinha três 757-200, servindo diariamente New York e Londres, em serviços “All Business Class”.

Fonte: Jetsite

Varig suspende alguns vôos internacionais a partir de Junho

11/04/2008

O Sindicato Nacional dos Aeronautas informou nesta quinta-feira 10/04/08 que a Varig vai suspender as rotas que mantinha para Paris, Madri e México a partir de junho, concentrando suas operações agora na América do Sul. O motivo da interrupção seriam os prejuízos que as rotas excluídas acarretavam para a companhia. De acordo com a presidente do sindicato, Graziela Baggio, os executivos da Varig garantiram que não haverá demissões e que os funcionários dessas rotas serão deslocados para operações sul-americanas.
Para Graziela, os argumentos utilizados pela empresa para a medida têm consistência, tanto que no começo deste ano a companhia aérea suspendeu os vôos para Frankfurt, Roma e Londres.
A Varig informou ainda ao sindicato que já fez acordos operacionais com outras companhias para atender seus passageiros a partir de junho.
“Tudo isso na verdade é uma reação à postura do governo e da ANAC, que querem liberar as tarifas”, afirmou a presidente do sindicato à Reuters. Ela explicou que com a liberação, as empresas brasileiras não vão aguentar a guerra tarifária com as empresas estrangeiras.

Fonte: G1

MAIS UMA FECHA AS PORTAS… Empresa aérea de Hong Kong fecha após 17 meses

09/04/2008
Oasis cancelou todos os seus vôos a partir desta quarta-feira.
Companhia já pediu a liquidação de seus bens.


A empresa de baixo custo cancelou todos os seus vôos a partir desta quarta-feira 09/04/08, após anunciar o encerramento de suas operações. A Oasis teve vida curta: funcionou durante apenas 17 meses. A empresa pediu à Alta Corte de Hong Kong a liquidação de seus bens.

Fonte: Desastresaereos News

Aerolineas pára de operar

04/04/2008

A renúncia do chefe de operações da Aerolineas Argentinas, há pouco, levou todos os vôos da companhia a serem suspensos temporariamente. A saída de Daniel Riva parou as operações por pelo menos 4h. Segundo informes locais, os pilotos se recusaram a voar sem que o chefe de operações, um comandante senior, fosse substituido. No início da noite, o sucessor de Riva foi nomeado e as tripulações voltaram ao trabalho.

Fonte: JB Online

ATA pára de operar

04/04/2008

A companhia ATA Airlines, que opera pelo menos 13 vôos diários entre o Havaí e as cidades da costa oeste americana, declarou falência ontem e parou de operar. É a segunda companhia havaiana a se valer do Capítulo 11 da legislação, depois da suspensão de vôos declarada pela Aloha Airlines. A ATA é baseada em Indianapolis e a decisão abrupta pegou centenas de passageiros de surpresa. Em vários aeroportos, era grande a dificuldade para troca de passagens por vôos de outras empresas.
A ATA já tinha passado por situação semelhante em fevereiro de 2006, e disse que o fator principal que levou à decisão foi o cancelamento inesperado de um contrato crucial para a manutenção das operações com a FedEx, para vôos charters a serviço de militares americanos a serviço em vários países fora do continente. A companhia, com 35 anos de operações, afirma não ter como garantir qualquer bilhete ou reserva e que os passageiros deveriam procurar alternativas por contra própria.
A falência afetou ainda a Souhtwest Airlines, porque a empresa baseada em Dallas tem um acordo de codeshare com a ATA. A Southwest tentava arrumar lugar para aqueles que tinham vôos compartilhados em alguns de seus jatos. A ATA tem 2.230 empregados, e voava para Phoenix, Las Vegas, Los Angeles e Oakland, entre outras cidades. Se alguém tinha passagem comprada para algum vôo nessa bandeira deve procurar o site www.ata.com.

Fonte: JB Online

Aloha Airlines pede concordata para se proteger da concorrência.

25/03/2008

A Norte-americana Aloha Airlines, do grupo Aloha Airgroup, anunciou ter pedido proteção judicial contra credores (CONCORDATA) à justiça dos EUA. O objetivo é continuar em operação enquanto negocia o págamento de suas dívidas com credores. Segundo ela, sua operação estaria sendo afetada por uma política de preços predatória adotada pela concorrente Go! .

Fonte: http://www.aeronautas.org.br