Archive for the ‘Justiça’ Category

Boeing da Vasp será leiloado

31/05/2008

O Boeing 737-200, prefixo PP-SPF, será leiloado no mega-leilão do TRT5-BA, que acontecerá entre os dias 5 e 6 de Junho, no Centro de Convenções, em Salvador, das 8h30 às 18h.
O avião tem capacidade para 107 passageiros e 53.070 kg de peso máximo para decolagem, com dois motores. A aeronave pertence à Viação Aérea São Paulo S/A – VASP e está avaliado em R$1,7 milhão.

O edital, contendo todos os lotes de bens com as respectivas especificações, está publicado no site: http://www.projetoleiloar.com.br (site que não conseguimos acessar, por motivo não sei o qual)

Dados da aeronave:
MATRÍCULA: PP-SPF

Fabricante: BOEING COMPANY
Modelo: 737-2L7C
Número de Série: 21073
Tipo ICAO : B732
Tipo de Habilitação para Pilotos: B737
Classe da Aeronave: Avião de 2 Motores a jato/turbo fan
Peso Máximo de Decolagem: 53070 – Kg
Número Máximo de Passageiros: 107
Categoria de Registro: SERVICO TRANSPORTE PUBLICO REGULAR DOM/REG
Número dos Certificados (CM – CA): 14207
Situação no RAB: INDISPONIBILIDADE DE BENS/PENHORA
Data da Compra/Transferência: 16/11/94
Data de Validade do CA: 02/03/05
Data de Validade do RCA: 31/03/06
Data de Validade do Seguro: 31/01/05
Situação de Aeronavegabilidade: CERTIFICADO DE AERONAVEGABILIDADE (CA) VENCIDO
Motivos:
SITUACAO TECNICA IRREGULAR
SEGURO AERONAUTICO VENCIDO OU IRREGULAR
IAM OU RCA (RELATORIO DE CONDICAO DE AERONAVEGABILIDADE) VENCIDA

A Vasp comprou o PP-SPF em 1994 da empresa Air Nauru

Vasp a venda, Despacho Judicial

26/04/2008

Despacho Proferido

Certifico e dou fé que o edital que segue foi disponibilizado no Diário da Justiça Eletrônico em 22/04/2008: Edital de venda mediante propostas, expedido nos autos da Recuperação Judicial de VASP – Viação Aérea São Paulo S/A. Proc. nº 583.00.2005.070715-0 (nº de Ordem 57/2005). O Dr. Alexandre Alves Lazzarini, Juiz de Direito da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, na forma da Lei, etc… Faz Saber aos que o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem e interessar possa, que foi determinada a venda da VASP – Viação Aérea São Paulo S/A ou de unidades isoladas, sendo designada audiência para o dia 13 de maio de 2008, terça-feira, às 14:00 horas, a ser realizada na sala nº 1629 (16º andar), do Fórum João Mendes Jr., à Praça João Mendes, s/nº, para que qualquer interessado, apresente, publicamente e por escrito, suas propostas de compra da VASP – Viação Aérea São Paulo S/A ou de unidades isoladas. E, para que chegue ao conhecimento de todos, é expedido o presente edital, por extrato, que será afixado e publicado na forma da Lei. São Paulo, 15.04.2008.

Fonte: SNA

Calendário da Ryanair gera processo na Espanha

08/04/2008

O calendário com fotos das belíssimas comissárias da Ryanair está dando o que falar. As fotos das moças de biquíni – bastante comportadas – fazem parte de uma ação que visa a angariar fundos para entidades beneficentes a partir da venda do material. É um modelo que todo mundo utiliza e aqui no Brasil já deu fama e dinheiro a muita gente.
O problema é que a Espanha, onde a Ryanair tem uma forte base de atuação, não gostou do apelo sensual das fotos. Considerou, e há uma certa razão nisso, que o fato de as imagens só trazerem mulheres, contribui para a distorção de imagem que leva, muitas vezes, a excessos por parte de passageiros mais audaciosos. Assim, uma associação que representa mulheres espanholas entrou na Justiça local para impedir que o calendário de 2008 chegue às lojas. Entre os argumentos usados no processo está o fato de “as imagens só trazerem mulheres quando se sabe que há muitos homens na profissão”.

Fonte: JB Online

800 pilotos contra uma comissária na Índia

08/04/2008

A heroína foi transformada em bruxa. Amrita Ahluwalia, uma comissária de bordo da Air India, ficou famosa em 1991 ao resgatar, durante um vôo, uma jovem que fora vendida para um saudita rico. Agora, enfrenta o calvário do lado oposto da fama: ter sido afastada do serviço sob acusação de assédio sexual a um comandante, que gerou um movimento de repúdio nacional. A ela, diga-se de passagem. Os colegas recusam-se a cumprir jornadas de trabalho tendo Amrita como tripulante, mesmo sem que qualquer acusação tenha sido comprovada até hoje.
A publicidade e a cultura machista levaram a Associação de Pilotos Comerciais da Índia a transformar um gesto corporativo já beirando a covardia em sentença ridícula pela desproporção. A entidade recomendou aos seus 800 associados que vetassem a comissária, uma vez que “respondia por assédio sexual” (o comandante pode usar esse poder). E se recusou a aceitar os argumentos de defesa da colega, que reagiu ao memorando revelando ter o piloto tentado uma aproximação “indecente” durante o período de descanso entre vôos em Dubai, o chamado layover, no dia 9 de fevereiro.
O caso continua rolando, com audiências, debates e acusações. A questão do assédio nem é mais o eixo central da discussão, mas o fato de uma organização de classe impedir que a comissária exerça o seu ofício. “Que direito eles têm de pedir ao meu gerente que me afaste? Cada um deve cuidar da sua vida e não ficar interferindo na minha. Já me ameaçaram demais em Dubai, que me deixem pelo menos me recuperar do trauma”, reagiu a comissária.
A resposta de Amrita mostra o outro lado da história. O que os pilotos classificaram como assédio seria apenas a represália coletiva pela recusa pública em uma sociedade onde mulheres às vezes pagam com a morte por desobediências afetivas. Contra a versão endossada pela associação há um boletim de ocorrência preenchido pela comissária numa delegacia de Hyderabad, no qual o acusado é o comandante C. J. Bhoopal, Diretor do Centro de Treinamento da Air India e chefe dos pilotos da companhia. O documento foi encaminhado à direção da AI. Daí se conclui de onde surgiu o movimento dos colegas e, depois, da própria união profissional.
“Se eles tiveram a audácia de me perguntar certas coisas naquele dia, então posso imaginar o que esses pilotos fazem com as pobres moças que acabaram de entrar para a companhia. Tenho medo do que elas possam estar passando”, afirmou Amrita em uma das poucas vezes em que a imprensa a ouviu.
A associação está jogando todo o seu peso na tentativa de angariar o apoio de outras entidades a esse boicote absurdo. Ninguém mostrou a cara para acusá-la, mas afirmam que não estão brincando ao caracterizar o suposto assédio como uma tentativa de assassinato, “por ter colocado a vida de tripulantes e passageiros em risco”. Como, se o rolo foi em terra? Para os zelosos comandantes, o dano moral decorrente da exposição do caso no boletim de ocorrência os teria deixado tão perturbados que poderiam acabar provocando um acidente de graves proporções quando em vôo. Fala sério…
Ahluwalia tornou-se conhecida por um gesto de coragem. Em 10 de agosto de 1991, em um vôo para Riad, a jovem Ameena, de 10 anos, seguia ao encontro do futuro marido, um saudita de 60 anos. Tinha sido vendida a ele por 10 mil rúpias. Foi resgatada pela comissária, atraída pelo choro convulsivo, quando o vôo fez conexão em Délhi. O noivo acabou preso. A atitude salvou a jovem naquele momento, mas não a impediu de arrepender-se de ter saído do jato. De volta à Índia, viveu como pária, da ajuda de ONGs e foi processada pelo pai pelos “prejuízos morais e financeiros”. “Talvez, se não tivesse chorado naquele dia, eu estivesse agora vivendo muito melhor com o sheik”, disse Ameena.

Fonte: AR
Texto traduzido por Giselle

Continental pode ser julgada por acidente de Concorde

13/03/2008

A Justiça francesa decidiu ontem (12/03/08) pedir que a companhia americana Continental Airlines, dois de seus funcionários e dois ex-diretores da aeronáutica francesa sejam julgados por homicídios e ferimentos involuntários no caso do acidente com um Concorde em julho de 2000, no qual morreram 113 pessoas.

Fontes judiciais confirmaram que, em seu requerimento, a Promotoria de Pontoise (nos arredores de Paris) pediu que a companhia aérea e as quatro pessoas compareçam ao Tribunal Correcional para responder à acusação de homicídios e ferimentos involuntários.

Um Concorde da Air France se acidentou em Gonesse (arredores de Paris) em 25 de julho de 2000, matando 113 pessoas, quatro delas em terra. O acidente encerrou os vôos comerciais do avião supersônico de passageiros.

A investigação mostrou que o incêndio de um depósito de querosene do aparelho estava relacionado ao estouro de um pneu do trem de pouso durante a decolagem, causado pela presença de uma lâmina metálica na pista.

Essa lâmina havia caído de um DC-10 da Continental Airlines que tinha decolado pouco antes do aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle, segundo a investigação.

A Promotoria pede a abertura de processo contra o funcionário da Continental que instalou a lâmina, John Taylor, além do então chefe de manutenção da companhia aérea, Stanley Ford.

Também pede que sejam julgados o ex-diretor do programa do Concorde na Aerospatiale (agora EADS) nos anos 80, Henri Perrier, e o ex-responsável da Direção Geral de Aviação Civil Claude Frantzen. Embora a Aerospatiale estivesse ciente dos problemas com pneus do Concorde entre 1979 e 2000, o construtor não tomou medidas para reforçá-los, nem aos depósitos de querosene, segundo a investigação.

Os juízes instrutores têm a última palavra sobre o caso, e o eventual julgamento só seria realizado no final de 2008 ou início de 2009, afirmaram fontes judiciais à imprensa local.

Fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/

Continental pode ser julgada por acidente de Concorde

13/03/2008

A Justiça francesa decidiu ontem (12/03/08) pedir que a companhia americana Continental Airlines, dois de seus funcionários e dois ex-diretores da aeronáutica francesa sejam julgados por homicídios e ferimentos involuntários no caso do acidente com um Concorde em julho de 2000, no qual morreram 113 pessoas.

Fontes judiciais confirmaram que, em seu requerimento, a Promotoria de Pontoise (nos arredores de Paris) pediu que a companhia aérea e as quatro pessoas compareçam ao Tribunal Correcional para responder à acusação de homicídios e ferimentos involuntários.

Um Concorde da Air France se acidentou em Gonesse (arredores de Paris) em 25 de julho de 2000, matando 113 pessoas, quatro delas em terra. O acidente encerrou os vôos comerciais do avião supersônico de passageiros.

A investigação mostrou que o incêndio de um depósito de querosene do aparelho estava relacionado ao estouro de um pneu do trem de pouso durante a decolagem, causado pela presença de uma lâmina metálica na pista.

Essa lâmina havia caído de um DC-10 da Continental Airlines que tinha decolado pouco antes do aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle, segundo a investigação.

A Promotoria pede a abertura de processo contra o funcionário da Continental que instalou a lâmina, John Taylor, além do então chefe de manutenção da companhia aérea, Stanley Ford.

Também pede que sejam julgados o ex-diretor do programa do Concorde na Aerospatiale (agora EADS) nos anos 80, Henri Perrier, e o ex-responsável da Direção Geral de Aviação Civil Claude Frantzen. Embora a Aerospatiale estivesse ciente dos problemas com pneus do Concorde entre 1979 e 2000, o construtor não tomou medidas para reforçá-los, nem aos depósitos de querosene, segundo a investigação.

Os juízes instrutores têm a última palavra sobre o caso, e o eventual julgamento só seria realizado no final de 2008 ou início de 2009, afirmaram fontes judiciais à imprensa local.

Fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/