Archive for the ‘Notícias’ Category

‘Bafômetro aéreo’ flagra pilotos de avião na Índia

01/07/2008

A competição acirrada entre empresas aéreas na Índia, um dos principais mercados de aviação no mundo, está causando uma onda de pilotos barrados no teste do bafômetro.
Segundo a Diretoria Geral da Aviação Civil (DGCA), cerca de 50 pilotos por ano são flagrados em testes médicos de rotina.
As regras de aviação proíbem pilotos de consumir álcool nas 12 horas que antecedem um vôo. Como é cada vez maior o número de companhias aéreas, aumentam os vôos de emergência, o que muitas vezes surpreende um piloto, que é obrigado a assumir um vôo em cima da hora.
A Índia tem cerca de 5 mil pilotos comerciais e 2.500 em treinamento. “Nós identificamos, e as companhias aéreas também, pilotos que consomem álcool regularmente”, diz Kanu Gohain, da DGCA.
O piloto que é flagrado no bafômetro fica suspenso por três meses e pode perder sua licença se cometer o erro novamente. Um vôo no último sábado (21) foi cancelado quando descobriu-se que o piloto havia ingerido álcool.

Fonte: Reuters

Boeing 727 abandonado em aeroporto

13/06/2008

Autoridades do Vietnã afirmaram que um Boeing 727 foi abandonado no aeroporto de Noi Bai, na capital, Hanói.
O avião veio da cidade de Siem Reap, no Camboja, no final de 2007 e, até o momento, ninguém retirou a aeronave.
Uma autoridade do aeroporto vietnamita disse à BBC que uma companhia aérea baseada no Camboja pode ser a dona do Boeing.
O avião tem uma bandeira do Camboja em sua fuselagem, que também traz o nome de uma companhia aérea chamada Air Dream, mas as autoridades não têm informações sobre esta companhia.
De acordo com a autoridade ouvida pela BBC, se ninguém resgatar o avião, o Boeing será enviado para o ferro velho.
Mais cedo, uma outra autoridade de segurança do aeroporto Noi Bai disse ao Serviço Mundial da BBC que o avião poderia pertencer à companhia aérea cambojana Royal Khmer, que está falida.
Inicialmente foi dada uma permissão ao avião para permanecer no aeroporto enquanto um serviço de manutenção era feito na aeronave. Mas estes consertos não foram feitos.
O jornal on-line vietnamita VietnamNet relatou que os proprietários do avião podem não ter o dinheiro para pagar as taxas de permanência da aeronave no aeroporto.

Fonte: BBC Brasil

Quem Ganha hoje ???

11/06/2008
39 horas sem dormir… Mas… Vamos ver o que vai dar. OU

Está chegando a hora!!!

Fôgo em motor de Airbus pouco antes da decolagem no Catar

10/06/2008

O Airbus A300-600, prefixo A7-ABW, da Qatar Airways, vôo QR521, que ia de Cartum (Sudão) para Doha (Catar) com 98 passageiros, estava na pista pronto para a decolagem, quando chamas foram notadas a do lado esquerdo do motor.
O fogo foi visto pelos passageiros e pela torre de controle.
Os passageiros foram imediatamente evacuados e rapidamente os bombeiros controlaram o fogo. Nenhuma lesão foi oficialmente comunicadas (ao contrário relatórios iniciais que informavam que um passageiro que recebeu queimaduras leves).

Fonte: AV Herald

Brasil terá vôos diários de São Paulo para Dubai

04/06/2008

O governo de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, promoveu essa semana, no Copacabana Palace, o primeiro evento oficial de incentivo ao turismo brasileiro para a região. Eyad Abdul Rahman, diretor de relações de mídia do Departamento de Marketing de Turismo e Comércio de Dubai, anunciou que os vôos de São Paulo para o emirado serão diários a partir de julho, e confirmou a instalação de um escritório fixo do departamento no Brasil “o mais breve possível”.
Entre os projetos turísticos próximos da conclusão no emirado estão a primeira parte da Dubailand, um complexo de entretenimento duas vezes maior que a Disneyworld, e o luxuoso resort Atlantis, The Palm, o primeiro a ser aberto em Palm Jumeirah, a maior ilha artificial do mundo, que tem o formato de uma palmeira.
Foi anunciado ainda que, em dezembro, dois vôos diários sairão do Brasil para Dubai, mas os diretores do Departamento não confirmaram se a nova freqüência será fixa ou sazonal. Atualmente seis vôos por semana chegam e saem de São Paulo para o emirado, e o Brasil é o único país da América Latina que recebe vôos da Emirates, empresa aérea de Dubai.

Fonte: JB Online

Um avião ‘sangra’ e ‘cicatriza’ em pleno ar

26/05/2008

Há muito mais ciência aplicada na indústria da aviação civil do que se tem conhecimento. Se pensarmos que os novos aviões, como o A350 da Airbus, e o 787, da Boeing, têm até 40% de sua estrutura em materiais compostos – plásticos e fibras de carbono especialmente desenvolvidos – não é de surpreender que os pesquisadores tenham encontrado agora uma forma de reproduzir processos de cicatrização da natureza nos aviões de forma a permitir que possam se consertar, automaticamente, mesmo durante o vôo. A descoberta foi revelada pela Science.Os benefícios são muitos e incluem a possibilidade de permitirem que se projetem jatos ainda mais leves no futuro, trazendo impacto no consumo de combustível e nas emissões de carbono. Se o 787, por exemplo, tem asas que oscilam a intervalos inacreditáveis, imaginem como seria algo ainda mais leve.
Lembro de ter lido um artigo, certa vez, no qual um engenheiro relatava o crash-test do Dreamliner – etapa obrigatória de todo projeto, quando as asas são vergadas até a ruptura de forma a atestar se os limites previstos na prancheta se confirmam em escala real. No 787, a informação era a de que o conjunto ficou quase na vertical antes de se partir. No A380, vi de perto as asas de 45 metros na fábrica de Toulouse: lá, um engenheiro me disse que o intervalo de oscilação vertical era de impressionantes 12 metros.
Voltando à nova tecnologia. O sistema funciona assim: se um pequeno orifício ou rachadura aparece na aeronave (devido à fadiga, a problemas em processos de pintura ou descascamento, ao choque de pedriscos, entre outras razões), uma resina de epóxi “sangra” a partir de pequenos “vasos” que existem por toda a fibra, preenchendo o orifício e restaurando a integridade estrutural. O modelo inclui, ainda, pigmentos na resina, de forma que a “cicatriz” da auto-regeneração possa ser identificada facilmente nos processos posteriores de checagem na manutenção.
O modelo simples e engenhoso, inspirado no que ocorre com cada um de nós, foi desenvolvido por engenheiros da Universidade de Bristol, com fundos do Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC). A técnica tem potencial para ser usada sempre que houver aplicação de polímeros com fibra reforçada (FRP), justamente o material com o qual os jatos mais modernos estão sendo fabricados. O 787 é o estado-da-arte nesse tipo de tecnologia, tão avançada que a própria Airbus, por pressão de potenciais clientes, decidiu rever sua estratégia e direcionou o desenvolvimento do A350 do alumínio para os materiais compostos. Além dos aviões, turbinas de geração de energia eólica e espaçonaves podem se beneficiar dessa nova fronteira.
O segredo do negócio reside no fato de as fibras de vidro que fazem parte da composição do FRP serem ocas. Os pesquisadores descobriram como preencher as cavidades com a resina e um endurecedor. Quando as fibras quebram, a solução, similar ao Araldite, então “extravasa” como um sangramento, recuperando entre 80% e 90% da sua dureza original e permitindo que a aeronave continue em operação confortavelmente, sem prejuízo à capacidade de carga habitual.
“Esse tipo de abordagem permitirá à manutenção lidar com danos de escala pequena para ser percebida pela visão normal, mas que podem levar a sérios problemas estruturais se escapar da detecção”, afirma Ian Bond, o cientista-chefe. “A descoberta complementa as inspeções, que facilmente capturam os danos maiores, como os de um choque de pássaros com a fuselagem”, acrescenta o cientista britânico em entrevista no site da Science.
Por conseguir melhorar as características de segurança do FRP, o sistema auto-regenerativo acelera o aproveitamento em maior intensidade do material na indústria – nos jatos modernos é empregado nas asas, bico, leme de cauda e fuselagem. Quando conheci os compostos, lembro-me de ter tido acesso a dois tipos do mesmo material, empregados no A380: enquanto no das asas a trama permitia mais flexibilidade, no leme a necessidade era de uma grande resistência.
A história não pára por aí. O Bond cientista afirma que sua equipe trabalha com um desenvolvimento no qual o agente cicatrizador não fica contido na fibra, mas circulando em uma vasta cadeia de dutos, como o sistema vascular de animais e plantas. A vantagem estaria na possibilidade de o líquido ser reposto ou substituído ao longo da vida útil da aeronave. Também está sendo criada uma resina colante específica, já que a adotada era uma adaptação.
Pela estimativa dos pesquisadores, que há três anos atuam no projeto Bleeding Composites: Damage Detection and Repair Using a Biomimetic Approach (“Compostos que sangram: detecção de danos e reparo com abordagem biomimética”) o achado estará em uso em quatro anos.
Os ingleses, ainda segundo a publicação, não estão sozinhos na corrida. Uma equipe da Universidade de Illinois trabalha em um modelo com microcápsulas contendo a substância dicyclopentadieno em vez da resina de epóxi. Quando há ruptura, um catalisador provoca uma reação que deixa a solução com propriedade similar à resina. O problema, nesse caso, é que o catalisador é baseado em rutênio, um metal caro e raríssimo.

Fonte: JB Online.

Americano viaja sentado na privada e processa aérea

15/05/2008

O nova-iorquino Gokham Mutlu abriu um processo contra a JetBlue, companhia aérea americana de baixo custo, por ter sido obrigado a viajar sentado no vaso sanitário da aeronave por mais de três horas.
Mutlu pediu uma indenização de US$ 2 milhões pelo incidente que ocorreu em 23 de fevereiro durante um vôo entre San Diego e Nova York. No processo apresentado em um tribunal de Manhattan, o passageiro alegou que a experiência lhe causou um “trauma emocional e psicológico” e o fez passar por uma “humilhação pública”.
Além disso, Mutlu alegou que a companhia aérea não cumpriu as normas de segurança ao fazê-lo viajar no vaso sanitário e sem o cinto de segurança. Ele afirmou que durante o período em que esteve no banheiro, o avião chegou a passar por uma zona de turbulência.
O passageiro viajava com um “buddy pass”, uma passagem que empregados de JetBlue dão a familiares e amigos. O nova-iorquino alega que, ao embarcar, foi informado que o vôo estava cheio e ele poderia utilizar o assento de uma das aeromoças, que viajaria na cabine do piloto.
No entanto, após uma hora e meia de viagem, o piloto teria pedido a Mutlu que cedesse seu lugar à aeromoça, pois ela não estaria se sentindo confortável na cabine. Ele, então, teria pedido ao passageiro que se sentasse no vaso sanitário.
O nova-iorquino alegou que a aeromoça, ao se sentar, fechou os olhos e “fingiu dormir”. Segundo Mutlu, o piloto, cujo nome não foi divulgado, explicou que ele não poderia viajar na cabine, lugar reservado aos funcionários da companhia aérea.
Ao protestar, ouviu do piloto que ele deveria obedecê-lo, pois estava em seu avião, e que tinha que agradecê-lo por ter autorizado o seu embarque.

Fonte: NYP

Prevendo o futuro !!! Com a China ninguém brinca.

12/05/2008
A China criou uma companhia para produzir aviões comerciais regionais com o objetivo de, eventualmente, reduzir a dependência do país da Boeing e da Airbus nesse setor, informou sua imprensa oficial.
A Companhia de Aviões Comerciais da China teve investimentos de ¥ 19 bilhões (de iuans) ou US$ 2,27 bilhões, com 6 ¥ bilhões vindos da estatal Comissão de Supervisão e Administração de Recursos, dando a ela a maior fatia da empresa, com 30%, disse a agência de notícias Xinhua.
Um consórcio feito entre o governo municipal de Xangai, onde o avião regional ARJ21 está sendo desenvolvido, e duas fábricas estatais, AVIC I e AVIC II, terá 25% da empresa, comprados por ¥ 5 bilhões.
O ARJ21-700 tem 90 assentos e foi lançado no ano passado. O primeiro avião nacional chinês passará por testes de vôo neste ano e as primeiras unidades devem ser entregues no final de 2009.
Mas muitos analistas expressaram ceticismo quanto às perspectivas comerciais de um avião de grande porte desenhado e construído inteiramente na China, devido à limitada experiência do país com aeronaves.
“Eles podem estabelecer uma presença nos negócios nos próximos 10 a 20 anos se financiarem o projeto com dinheiro do governo e gradualmente oferecerem fatias ao setor privado”, afirmou Richard Aboulafia, analista de aviação do Teal Group.
O gerente-geral da nova companhia, Jin Zhuanglong, não deu um prazo para a produção de aeronaves maiores e disse que o investimento e a cooperação não estavam restritos às empresas domésticas.
A AVIC I, que comanda a Companhia de Aviação Internacional de Xi’an, desenvolveu o ARJ21. A Indústria de Aviação Hafei, da AVIC II, produz o ERJ-145 em parceria com a brasileira Embraer.
A divisão da General Electric para aeronaves disse em março que havia assinado um acordo preliminar para comprar cinco unidades do ARJ21, sendo esse o primeiro pedido de um grande cliente estrangeiro. Há um total de 181 pedidos para o ARJ21, quase todos de companhias chinesas.
A General Electric e a Parker Hannifin fornecem equipamentos para o avião.
O projeto não é a primeira tentativa da China de desenvolver um avião comercial de passageiros. Houve acordos com a McDonnell Douglas e a Airbus que não foram adiante.

Fonte: Reuters

Colaboradores

10/05/2008

Pessoal…
Estamos precisando de colaboradores para o blog. O Pessoal do Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil e Exterior, mandem fotos, reportagens, vídeos e outras coisas mais para o e-mail: lisarbalbuquerque@hotmail.com

Abraços

German Efromovich vai apagar a marca OceanAir de seus aviões

10/05/2008

A OceanAir está com as milhas contadas. O empresário boliviano German Efromovich pretende extinguir a marca. O nome da companhia sairá de cena lentamente até o fim do ano. A idéia de Efromovich é que a partir de janeiro de 2009 todos os seus negócios em aviação estejam agrupados sob a bandeira Avianca, empresa colombiana adquirida há cerca de três anos.
A mudança já teria sido informalmente comunicada ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O entendimento é que a OceanAir acabou estigmatizada como uma companhia meramente regional, voltada a vôos curtos ou linhas fretadas. Além disso, a marca sofreu desgastes recentes ocasionados pelos erráticos planos de expansão no exterior. No mês passado, a OceanAir cancelou os vôos para a Cidade do México e abortou, ainda em solo, o início das operações para Luanda, capital de Angola.
A empresa vem enfrentando também queda de freqüência e de rentabilidade em algumas de suas principais rotas.
Com o novo batismo, German Efromovich espera ter melhor sorte na retomada dos vôos para o exterior. Segundo estudo encomendado pela OceanAir, a Avianca tem maior recall internacional, mais precisamente na América do Sul. A marca poderá ser transformada em abreviatura de um nome mais pomposo, capaz de expressar os planos de Efromovich: Aviação do Continente Americano.
As mudanças na companhia não ficarão restritas à nomenclatura. A troca de identidade será acompanhada de uma reestruturação operacional, com reordenamento de rotas e troca de aeronaves. Os Boeing’s que eram usados nas linhas internacionais serão integrados à operação doméstica. Aos poucos, os Fokker 100 serão substituídos.

Fonte:Desastresaereos.news